segunda-feira, 18 de junho de 2007


Foto de 3Dart/Maya
[ in Teia de Palavras ]

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Como teria sido o poema/processo, nos anos 60 e 70,
se contássemos com os múltiplos recursos da computação gráfica?
Ou se houvessem sofisticados meios eletrônicos
à disposição de todos os seus combatentes?
Novas possibilidades para cada novo material,
dizíamos, a partir de nossa Proposição inaugural.
E assim seria, já que também expressávamos
em palestras, artigos e debates:

O poeta trabalhará o poema de acordo
com os recursos e os materiais disponíveis
em sua cidade, em sua região, em seu país.
Por isso mesmo,
o poema/processo atingiu, em larga escala,
o interior do Brasil, sensibilizou mais a América Latina
do que a Europa ou países como o Japão e os Estados Unidos.
Ou seja: teríamos avançado com as possibilidades
da computação gráfica, sim,
mas trabalharíamos também, como trabalhamos,
com a xilogravura, o barro, a água, a palavra em estado material.

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Recomendamos:

Arquivo de Poesia Experimental, da PUC de São Paulo
Lambuja, de Regina Pouchain
Poema Visual, de Hugo Pontes
Orfeu Spam, de Jayro Luna

3 comentários:

Casti disse...

Mestre Cirne, tirar a tampa do balaio é um ato necessário, para puxar surpresas em tempo de poesias, história, sensibilidade, informação.


Cheiro,
Casti

Regina disse...

Moacy,

Adorei o "Fio assimétrico". Chocante! Imagem muito forte. Parabéns.
Beijo,
Regina Pouchain

Regina disse...

Moacy,
Que chocante, adorei o "FIo assimétrico", imagem muito forte. Parabéns!
Beijo,
Regina Pouchain