domingo, 24 de junho de 2007


POEMA/PROCESSO DE NEI LEANDRO DE CASTRO (RN), em 1967
Um dos poemas emblemáticos da primeira fase do nosso movimento

Em discussão:

Arte x Política
Poema x Colagem
Processo x Popcreto
Estrutura x Conjuntura
Socialismo x Capitalissmo
Obra aberta x Obra acabada
Leitura aberta x Leitura inerte
Pós-concretismo x Neoformalismo
Semioticidade x Pós-neofigurativismo
Realidade política x Realidade econômica

sábado, 23 de junho de 2007


uma foto uma poesia a nudez
um tudo o pós-tudo um estudo
uma poeta uma foto a mudez
um não-tudo um grande ponto
grande foco a foto ag suedância
mais do que um canto um conto
ou
de como se faz um antipoema/processo
a partir de uma bela foto bordada de azul
e auroras e espantos ensangüentados

sexta-feira, 22 de junho de 2007


UM METRO E MEIO DE POESIA
de Gastão Debreix

Poesia & Visualidade
Poesia & Humor
Poesia & Poema

A figuração semântica como objeto (anti)poético

quarta-feira, 20 de junho de 2007


TELESCÓPIO 17
Poema gráfico de Regina Pouchain
[ in Blocosonline ]


Será possível trans/formar um poema gráfico,
de estrutura acabada,

como o Telescópio 17, acima editado, em poema/processo?
Decerto. Poderíamos fazer uma versão gráfica de suas
possibilidades cromáticas e visuais,
como, de maneira mais simples, poderemos redimensionar
o seu título e a sua função estético-informacional.
Assim:

A FURIOSA PELEJA
ENTRE O AMARELO E O VERMELHO
EM PLENA PLANÍCIE DO PLANALTO PLANALTINO
À PROCURA DOS DEUSES MALDITOS DO SERIDÓ
E DAS ÁGUAS E ÁGUIAS DOURADAS
DA PRAIA DE BOTAFOGO,
AO SOM DE MOZART E CHIQUINHA GONZAGA
Poema comestível de Regina Pouchain,
a Louca Desvairada do Lambuja

terça-feira, 19 de junho de 2007


POEMA/PROCESSO de NEIDE DIAS DE SÁ
[ in Ponto 1. Rio, dezembro de 1967 ]
Releitura cromático-semiótica de Regina Pouchain (2007) in Lambuja

No primeiro momento (1967-68), Neide Dias de Sá
trabalhou o poema através de codificações gráfico-semióticas,
mas também através de objetos manipuláveis (cf. A corda).
No segundo momento (1969-72), a poeta-artista carioca
voltou-se para objetos que exploravam a palavra, a luz e a transparência.
No terceiro momento (a partir de 1973-74), o mundo de NDS
tornou-se mais plástico, mais exploratório, mais sólido:
livros-poemas, ambientes-instalações, cores-objetos.
E assim tem sido: um mundo cada vez mais criativo,
cada vez mais consciente no campo de suas possibilidades semióticas
a partir do poema/processo.

segunda-feira, 18 de junho de 2007


Foto de 3Dart/Maya
[ in Teia de Palavras ]

|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

Como teria sido o poema/processo, nos anos 60 e 70,
se contássemos com os múltiplos recursos da computação gráfica?
Ou se houvessem sofisticados meios eletrônicos
à disposição de todos os seus combatentes?
Novas possibilidades para cada novo material,
dizíamos, a partir de nossa Proposição inaugural.
E assim seria, já que também expressávamos
em palestras, artigos e debates:

O poeta trabalhará o poema de acordo
com os recursos e os materiais disponíveis
em sua cidade, em sua região, em seu país.
Por isso mesmo,
o poema/processo atingiu, em larga escala,
o interior do Brasil, sensibilizou mais a América Latina
do que a Europa ou países como o Japão e os Estados Unidos.
Ou seja: teríamos avançado com as possibilidades
da computação gráfica, sim,
mas trabalharíamos também, como trabalhamos,
com a xilogravura, o barro, a água, a palavra em estado material.

[][][][][][[][][][]

Recomendamos:

Arquivo de Poesia Experimental, da PUC de São Paulo
Lambuja, de Regina Pouchain
Poema Visual, de Hugo Pontes
Orfeu Spam, de Jayro Luna

sábado, 16 de junho de 2007


A POESIA EXPERIMENTAL de E.M. MELO E CASTRO
(Portugal)

|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

Mais do que uma poesia experimental
(que tem em Melo e Castro
um de seus mais legítimos representantes),

hoje, no poema/processo,
procuramos uma poemação experimentária.
Ou seja, o poema como produto militante
de uma vanguarda revolucionária.

sexta-feira, 15 de junho de 2007


FOTOPOEMA DE LUIZ CARLOS DE CARVALHO
[ in Marla de Queiroz: Doida de Marluquices ]

Tatuagemgrafia:
o corpo como suporte da poesia através da foto -
foto que se inscreve nos devaneios da quase-escrita.
Tatuagemgrafia:
a foto como suporte da poesia através do corpo -
corpo que se inscreve nas sinuosidades do quase-ideograma.
E que, nos dois casos,
reflete e se reflete no corpo-escrita da mulher:
"Tanto tempo engasgada com o próprio silêncio
que necessitou procurar palavras" (Marla de Queiroz).

quinta-feira, 14 de junho de 2007


A gravura como poema visual:
HOMENAGEM A AUGUSTO DOS ANJOS,
de GUY JOSEPH (PB)

||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

São muitos os caminhos do poema/processo.
São muitas as tendências da poesia visual.
Nos dois casos, procura-se atingir
uma concretude estético-semiótico-informacional,
a partir de leituras que levam a projetos & versões
(no poema/processo)
e de estruturas que apontam para signagens gráficas
(na poesia visual).

terça-feira, 12 de junho de 2007

POEMA GRÁFICO DE REGINA POUCHAIN (RJ)

Nem todo poema gráfico é um poema/processo.

Nem todo poema/processo é um poema gráfico.

Mas todo poema gráfico é um poema visual.

Embora nem todo poema visual seja um poema/processo.

Ou um poema concreto, pura e simplesmente.

De qualquer maneira, seja processo(-em-construção) ou não, todos, assim entendidos, em maior ou menor grau, apontam para a experimentalidade de sua aventura semiológica.

domingo, 3 de junho de 2007


POEMA/PROCESSO DE FALVES SILVA (RN, 1969)
RELEITURA CROMÁTICO-SEMIÓTICA DE REGINA POUCHAIN (RJ)
in Lambuja


||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||


Alguns pontos da
PROPOSIÇÃO
inaugural do Poema/Processo
[ in Ponto 1. Rio, dezembro de 1967 ]

[] Só o consumo é lógica.
[] Consumo imediato como antinobreza.
[] Humanismo funcional para as massas.
[] Com o racional não haverá fome no mundo.
[] Novas possibilidades para cada novo material.
[] Visualização da estrutura / leitura do processo.
[] Não se busca o definitivo.
[] Nem "bom" nem "ruim", porém opção.
[] Opção: arte dependendo de participação.
[] Ato: sensação de comunicação, contra o contemplativo.
[] Permutação sem suas facilidades.
[] O acaso controlado por um processo.
[] Integração com o objeto: oposto de alienação.
[] As imagens codianas transformando-se em siglas:
(...)
histórias em quadrinhos e humor, sem legendas.


()()()()()()()()

Este blogue não será atualizado nos próximos dias;
estaremos em Natal participando da Bienal do Livro.
Haverá, na ocasião (dia 7), homenagem aos 40 anos do poema/processo.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

UMA FOTO É UMA FOTO É UMA FOTO
É UM POEMA É UMA MULHER É UM POEMA
É UMA FOTO É UM POEMA É UMA FOTO
[ de Carlos Manuel Pereira, in 1000 Imagens ]


|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||


IV BIENAL DO LIVRO DE NATAL

O poema/processo
marcará presença na IV Bienal do Livro de Natal, iniciada ontem.

Na próxima quinta, dia 7 de junho, às 15h, Dailor Varela, Anchieta Fernandes, Dácio Galvão e Moacy Cirne debaterão, em mesa-redonda, O poema/processo e a literatura.
Antes, no dia 4, Anchieta Fernandes lançará a 2ª edição, revisada e ampliada, do livro Écran natalense. Um dia depois, lançaremos Poemas inaugurais. Ambos pelo Sebo Vermelho.

E não se esqueçam do
Lambuja e do Balaio Porreta.